Companheiras e companheiros,
Para vencermos esta eleição, não basta publicar nas redes, distribuir material ou conversar apenas com quem já pensa como nós. Precisamos chegar às pessoas que ainda estão em dúvida, que não acompanham toda a política ou que, por algum motivo, têm críticas e dificuldades com o presidente Lula.
E essa conversa precisa começar pela confiança.
Talvez aquela pessoa não conheça profundamente o nosso projeto. Talvez não compreenda tudo o que está em disputa. Talvez tenha recebido informações falsas ou carregue alguma frustração. Mas ela conhece você.
Ela conhece a sua história.
Ela acredita na sua inteligência, no seu caráter, nos seus valores e na sua preocupação com o Brasil. Sabe que você não defenderia uma escolha contrária aos interesses de sua família, de seus amigos, de seus vizinhos e do nosso povo.
Por isso, nossa conversa não deve começar com cobrança, julgamento ou discussão. Precisamos ouvir, acolher as dúvidas e falar com sinceridade:
“Você não precisa concordar com tudo. Não estou pedindo que confie cegamente em ninguém. Estou pedindo que, neste momento decisivo, confie em mim. Você conhece meus valores, sabe que quero o melhor para o nosso país e que não faria esse pedido se não acreditasse que esta é a escolha mais responsável.”
É assim que podemos alcançar quem ainda está indeciso.
Não precisamos obrigar ninguém a gostar de toda a política ou concordar com cada decisão do governo. Precisamos explicar o que está verdadeiramente em jogo: a democracia, os direitos trabalhistas, a aposentadoria, a saúde e a educação públicas, o salário, o emprego, a soberania nacional e o futuro de nossas famílias.
Esta eleição será vencida nas conversas sinceras, olho no olho e coração aberto.
Cada militante, apoiador e eleitor de Lula deve procurar as pessoas que confiam nele. Escolha cinco ou dez pessoas da sua família, do seu trabalho, da sua rua, do seu condomínio ou do seu círculo de amizades. Pergunte como elas estão pensando. Escute antes de responder. Não brigue. Não humilhe. Não transforme a conversa em disputa.
Depois, explique com calma por que você tomou a sua decisão.
Diga que Lula pode ter cometido erros e que ninguém precisa abandonar o pensamento crítico. Mas diga também que, neste segundo turno, precisamos escolher entre dois projetos muito diferentes. De um lado, a defesa da democracia, dos direitos sociais, da soberania e de um país que volte a cuidar das pessoas. Do outro, o aprofundamento de um projeto autoritário, desigual e subordinado aos interesses da extrema direita.
Nós ganharemos quando transformarmos confiança pessoal em esperança coletiva.
A pessoa pode ainda não confiar plenamente em Lula. Mas ela confia em você. E, se acredita no seu caráter, na sua inteligência e nos seus valores, pode oferecer esse voto de confiança para que o Brasil continue avançando.
Precisamos ter coragem para pedir o voto. Não basta apresentar argumentos e ir embora. Ao final da conversa, faça a pergunta com respeito e firmeza:
“Posso contar com você para votar no Lula 13 e nos ajudar a proteger o Brasil?”
Cada conversa pode conquistar um voto.
Cada voto pode aproximar a virada.
Cada pessoa convencida pode conversar com outras pessoas.
A nossa força está justamente nisso: gente falando com gente, com respeito, verdade, carinho e responsabilidade.
Vamos procurar quem confia em nós. Vamos explicar o que está em jogo. Vamos pedir esse voto de confiança. Vamos transformar nossas relações, nossa credibilidade e nossos valores em uma grande corrente pela democracia.
✊🏽 É hora de conversar, convencer e virar!
🇧🇷 Bora virar com Lula 13!
Um grande abraço,
Pedro Alem Santinho
Advogado, OAB/SP 456.185
Presidente do Diretório Zonal do PT da Lapa


