Entre a catástrofe e a esperança, por Charles Gentil

Reprodução IA

Em outubro, entre outros cargos que estarão em disputa nas eleições de 2026, figura o de governador.

Em São Paulo aguardamos com bastante apreensão, a chegada de mais uma oportunidade para mudar os rumos do Estado.

Isto porque, desde 2022, quando tornou-se governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, mostrou-se, na prática, não estar, de fato, a altura do cargo que a população lhe confiou.

E a cada dia que passou no cargo, o peso do título e a incapacidade de resolver os problemas da população, apenas evidenciou o que era bastante previsível: Tarcísio de Freitas se apequenou ainda mais.

O tamanho desprezível de Tarcísio de Freitas, alude, é claro, a sua condição miserável de gestor para conduzir o destino do Estado de São Paulo com vistas a impactar, de forma positiva, a vida das pessoas.

A gestão ineficiente de Tarcísio de Freitas significou, no fundo, aumento de gastos no orçamento das pessoas e, agora, recentemente, descambou para o completo caos.

Apenas dois exemplos emblemáticos, desta catástrofe chamada Tarcísio de Freitas.

Ele, privatizou a Sabesp, depois de divulgar aos quatro ventos, os supostos méritos da privatização da Companhia.

Ele,Tarcísio de Freitas, recebeu uma enxurrada de elogios da grande imprensa que exaltavam em maremotos de apoio suas habilidades, para dialogar com os investidores financeiros.

O resultado prático de toda esse conivência jornalística com a iniciativa privada foi a tempestade no bolso do cidadão, encarecendo o custo da água e aumentando a falta de qualidade,inclusive, com água barrenta sendo disponibilizada nas torneiras dos municípes.

A gota d’água foi a privatização das linhas do metrô.

Em apenas alguns dias, após a concessão ou implementação de fases de transição para a iniciativa privada, o resultado da escalada de desestatização de Tarcísio de Freitas foi: falta de sinalizações para orientação dos usuários nas plataformas, falhas operacionais, falhas nas linhas e explosão e incêndio em um vagão de uma composição de trem da linha 12 – Safira, da concessionária Trivia Trens.

Ou seja, o tornado Tarcísio de Freitas avassalou o sistema de mobilidade urbana consequência do fato dele, Tarcísio de Freitas, ter se tornado governador do Estado de São Paulo: catástrofe, catástrofe, catástrofe !!!.

Após a repercussão negativa da implementação gradual da desestatização das linhas do metrô, Tarcísio de Freitas, diz rever sua posição e descartar novas privatizações, o que, na verdade, trata-se apenas de uma tática de Tarcísio, a fim de que o rebuliço que causou em função de sua prática desestatizante não respinge óleo em sua candidatura e provoque o incêndio destruidor em suas pretensões de reeleição.

No entanto, há uma alternativa segura para São Paulo trilhar os próximos 4 anos, uma esperança chamada Haddad.

Fernando Haddad, já foi prefeito da cidade de São Paulo e sua gestão teve marcas indeléveis de competência administrativa e fidelidade a população de São Paulo centrando sua gestão na resolução de problemas visando melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Foi ele, Fernando Haddad, quem ajustou o orçamento da capital ao renegociar com o governo federal a dívida pública do município.

Foi ele, Fernando Haddad, quem entregou inúmeras creches possibilitando, assim, que mães solos pudessem trabalhar sabendo que seus filhos encontravam-se em segurança.

Fernando Haddad também entregou inúmeras escolas visando, com isso, assegurar o ensino infantil.

Além disso, entregou para a população unidades de atendimento médico especializado e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), garantindo a expansão da universalização ao direito à Saúde.

Foi ele, Fernando Haddad, quem criou as Faixas Exclusivas, garantindo agilidade do transporte coletivo e, com isso, a possibilidade do trabalhador poder dispor de maior tempo junto à família.

Apenas esses quatro exemplos, no campo das finanças, educação, saúde e mobilidade urbana, demonstram por si só, a gestão potente e arrojada de Fernando Haddad, capaz de mudar a lógica da administração pública comprometendo sua gestão com a melhoria da vida das pessoas, ao invés de, como faz Tarcísio de Freitas, restringir a atuação pública aos objetivos exclusivos do mercado financeiro.

Por isso, Fernando Haddad, que também foi ministro da Fazenda e articulou nesse cargo a Justiça Tributária, é uma opção segura para São Paulo e merece ser governador porque representa a esperança e o progresso e porque o cidadão paulista merece viver com dignidade.

Diante das urnas – perdoe-me a fina ironia – há, portanto, uma difícil escolha a ser feita: ou Tarcísio de Freitas que representa a catástrofe e o caos ou Fernando Haddad, que representa a esperança e o progresso?.

Charles Gentil
Secretário de Finanças,PED 2019.
Ex-presidente do Diretório Zonal PT do Centro,PED 2025.

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