No campo os jogadores batem um bolão e como estrelas brilham e fazem da luta em busca do hexacampeonato um espetáculo maravilhoso.
No jogo democrático, o governo Lula dribla as adversidades entortando as pretensões dos atacantes da extrema-direita em sabotar a soberania do Brasil.
Retrospectiva: em campo, Bruno Guimarães recebe a bola de Vini Jr, e então, parado, domina a redonda na entrada da grande área e com a perna direita repassa a gorduchinha para Vini Jr, que em movimento eletrizante dentro da grande área fez um salseiro, ao cortar pela linha de fundo na esquerda o zagueiro e marcar o golaço de empate contra o Marracos.
No estádio da democracia, porém, Eduardo e Flávio Bolsonaro em jogada combinada com o time de Trump, chutam a redonda, a infeliz, em um passe profundo no estilo tarifaço e marcam gol contra os interesses do Brasil.
Do outro lado ( do campo e do mundo), o camisa 13, Lula, faz bonito no gramado e na Cúpula do G7, mata a bola no peito e chuta a esférica para o gol alertando, assim, que no mundo: “Nossa tarefa é corrigir as desigualdades de um sistema que produz riqueza em abundância, mas que distribui oportunidades de forma profundamente assimétrica.”( leia após meu artigo o discurso completo de Lula, na reunião ampliada do G7).
E, com isso, Lula, faz internacionalmente um golaço ao denunciar,inclusive, que “Guerras e conflitos também continuam desviando o foco da agenda do desenvolvimento.”
Lula, rola a bola em campo e com um totozinho na danada convoca as lideranças mundiais para uma reflexão sobre a forma como atuam na liderança global dos problemas que afligem a humanidade.
Retrospectiva: em campo, um passe de Brahim Diaz em profundidade contra a defesa do Brasil, e o jogador do Marracos, Ismael Saibari, fez o gol, ao receber a bola no costado da zaga brasileira e ficar, fora da grande área, cara a cara, com o goleiro brasileiro.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal faz 4×0, e condena Eduardo Bolsonaro por articular pressões internacionais e sanções econômicas contra o Brasil.
Eduardo Bolsonaro visava, com isso, impedir o julgamento do pai na trama golpista do 8 de Janeiro por meio do constrangimento imposto a Justiça brasileira.
Os jogadores da Primeira Turma, em defesa da democracia: os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, batem um bolão e em gols espetaculares mostram que em campo, as autoridades brasileiras estão atentas às manobras e gingados dos adversários do Brasil, que se especializaram em atacar o país, trair a pátria (o traíraço do tarifaço) e fazer gols propositadamente contra os interesses da nação.
No Brasil, Lula, busca o tetraampeonato para continuar com o time de governo que sua e se empenha para aprofundar uma agenda de desenvolvimento para o Brasil e para o mundo. Na Copa do Mundo, a seleção brasileira sua e se empenha para sagrar-se hexacampeã.
No jogo contra o Haiti, o Brasil fez 3X0. Apesar da goleada, a seleção ainda não convenceu.
Não fez nenhum gol no 2° tempo e ainda no final sofreu certa pressão da seleção haitiana.
No entanto, em campo, contra o Haiti, e isso é fato, esteve melhor do que no jogo contra o Marrocos. E apesar do Haiti ser bem mais fraco que a seleção marroquina, o dado concreto é que: a seleção canarinho ainda não perdeu nenhum jogo na Copa.
O time do Brasil dá a sensação que a cada jogo haverá uma melhora; aos poucos, vai fazendo pesar a tradição da camisa da seleção canarinho, na medida em que, o time brasileiro melhora sua performance ( e para ganhar o caneco o time precisa melhorar e muito). Vamos conversar: você concorda ou discorda?
No time do Lula, muito já foi feito e muito ainda há por fazer. No gramado, fez gols memoráveis de bicicleta como, por exemplo, com a magistral e honesta jogada da Justiça Tributária que beneficiou o povo brasileiro ( quem ganha mais paga mais, quem ganha menos paga menos). Orgulho de ser brasileiro!!!
Ou o golaço no ângulo marcado por Lula com precisão cirúrgica com a Lei Antifaccação e a PEC da Segurança Pública, no combate ao crime organizado.
Assim, o STF, ao julgar e condenar numa goleada de 4X0 Eduardo Bolsonaro, o faz amparado tecnicamente na legislação vigente e por Eduardo Bolsonaro jogar no exterior contra nossa pátria e cujo efeito imediato consistiu em buscar perturbar a economia brasileira por meio da sabotagem internacional do tarifaço (traíraço!!!) e ,assim, colocar a corda no pescoço do Brasil ( você concorda ou você discorda? Vamos conversar…)
O governo Lula, ao contrário, é o Governo do Brasil — ao lado do povo brasileiro, por isso, na França, entrou em campo, para defender o retorno de uma agenda que priorize o desenvolvimento dos povos( e não as guerras). E marcou mais um golaço de letra, tanto ao criticar os dogmas quadrados, ultrapassados, do neoliberalismo, quanto ao questionar a preocupação com os extremos climáticos.
Muito trabalho há de ser feito para que a seleção canarinho evolua na performance da Copa.
No gramado da Copa de outubro, muito trabalho há de ser feito pelo governo Lula, e pelos dirigentes e militantes petistas, a fim de consolidar-se a maioria dos votos e, com isso, resguardar a democracia contra os tiranos da extrema-direita golpista.
Rumo ao tetra campeonato !!! Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro.
Rumo ao hexacampeonato !!!
Seleção do Brasil –
orgulho de ser brasileiro.
Rumo às vitórias !!!
Brasil, hexacampeão!!!
Lula, tetra campeão, presidente !!!
Charles Gentil
Secretário de Finanças, PED 2025
Ex-presidente do Diretório Zonal PT do Centro,PED 2019
Discurso de Lula, na reunião ampliada da Cúpula do G7, na cidade Évian (França):
“Agradeço ao presidente Macron pelo convite para participar deste segmento ampliado em Évian.
Ainda em 2003, uma das minhas primeiras tarefas como presidente do Brasil foi participar da Cúpula do então-G8 nesta bela cidade.
Desde aquele ano estive em outras nove cúpulas do G8 ou G7.
Em todas elas nos defrontamos com crises e desafios que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo.
Mas em nenhuma conseguimos construir respostas coletivas e duradouras.
Ficamos aprisionados em dogmas que defendem desregulamentação de mercados, Estado mínimo e austeridade fiscal como fins em si mesmos.
O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e a crise política que hoje assolam as democracias.
Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas.
A distância que separa a prosperidade de Évian da realidade enfrentada por bilhões de pessoas no Sul Global não está diminuindo.
Nos últimos anos, a desigualdade entre países ricos e pobres tem aumentado.
O primeiro trilionário do mundo é mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial.
A extrema concentração de riqueza decorre de décadas de políticas pró-bilionários.
Caminhamos na contramão da Agenda 2030.
Faltam 4 trilhões de dólares por ano para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
A COP-30 voltou a evidenciar a distância entre os compromissos assumidos pelos países desenvolvidos e os recursos efetivamente mobilizados para cumpri-los.
Para acelerar a implementação do Acordo de Paris, é preciso ampliar o financiamento climático para, pelo menos, um trilhão e trezentos bilhões de dólares.
Os desafios se multiplicam, mas a solidariedade internacional encolhe.
No ano passado, registramos queda histórica de 23% na Ajuda Oficial ao Desenvolvimento.
O Programa Mundial de Alimentos perdeu cerca de 40% de seu financiamento.
A Organização Mundial da Saúde e o UNICEF reduziram seus orçamentos em mais de 20%.
Não são cifras abstratas.
Elas impactam diretamente o cotidiano dos habitantes de países em desenvolvimento.
São milhões de pessoas sem acesso à alimentação adequada; crianças sem frequentar a escola; mulheres privadas de proteção; e comunidades vulneráveis diante de doenças que podem ser prevenidas.
Guerras e conflitos também continuam desviando o foco da agenda do desenvolvimento.
Os gastos militares anuais somam quase 3 trilhões de dólares.
Nossa tarefa é corrigir as desigualdades de um sistema que produz riqueza em abundância, mas que distribui oportunidades de forma profundamente assimétrica.
O mundo em desenvolvimento transfere 1,4 trilhão de dólares por ano em serviço da dívida, valor sete vezes superior à ajuda recebida dos países ricos.
A Conferência de Sevilha sobre Financiamento para o Desenvolvimento apontou para a direção correta.
Embora a contribuição do setor privado seja bem-vinda, a Ajuda Oficial ao Desenvolvimento segue sendo responsabilidade primordial dos estados
Precisamos de um sistema financeiro no qual os países não sejam obrigados a escolher entre pagar credores e alimentar suas crianças.
Está claro que o desafio não é administrar a escassez.
O déficit que enfrentamos é de implementação e de vontade política.
Não faltam boas ideias.
Mecanismos inovadores como a troca de dívida por ação climática ou investimentos sociais podem contribuir para ampliar o espaço fiscal dos países mais vulneráveis.
O Brasil tem dado a sua contribuição.
O Fundo Florestas Tropicais para Sempre vai canalizar investimentos para a conservação desse bioma e de seus habitantes.
A Aliança Global contra a Fome possibilita compartilhar experiências e auxiliar a implementação de políticas públicas eficazes na redução das desigualdades.
O estabelecimento do Painel Internacional sobre Desigualdade, proposto pela presidência sul-africana do G20, apoiará com dados e evidências a formulação de respostas coordenadas a esse desafio.
Outros temas, como o combate aos crimes transnacionais, também devem fazer parte da agenda de desenvolvimento.
Um deles, é o desafio do crime organizado, que aterroriza comunidades e desvia recursos públicos que deveriam ser direcionados para a construção de escolas, hospitais e estradas.
Esse esforço deve levar em conta do respeito à soberania dos Estados.
A Declaração de Líderes do G7 sobre o Combate ao Tráfico de Drogas é um passo positivo.
Mas o enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas.
Valorizar o diálogo e a cooperação institucional, inclusive por meio da INTERPOL, contribuirá para a localização de ativos e indivíduos vinculados a essas atividades criminosas.
Outro desafio que não pode permanecer excluído do debate sobre parcerias para o desenvolvimento é o acesso a tecnologias de ponta, como a Inteligência Artificial.
As transições energética e digital não podem reproduzir padrões históricos que concentram benefícios econômicos em poucos atores.
Os países detentores de minerais críticos devem participar das etapas de maior valor agregado da cadeia, por meio da industrialização, da transferência de tecnologia e da formação de capacidades, conforme suas necessidades nacionais.
Muito obrigado.”


