Neste sábado acontece o segundo dia de debates da etapa paulista do 5º Congresso do PT. A primeira mesa buscou refletir sobre os desafios do partido. Mediada por Rodrigo Funchal e Silvana Donatti, respectivamente, coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral e secretária de Assuntos Institucionais do PT-SP, a mesa contou com a participação do Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, do presidente da CUT-SP, Adi dos Santos Lima, do dirigente do Movimento dos Sem Terra, Gilmar Mauro e da diretora da Escola Nacional de Formação do PT, Selma Rocha.
Acompanhada por centenas de militantes do Estado, a etapa estadual do 5º Congresso do PT acontece neste sábado na Quadra do sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
Ao longo do debate, os palestrantes apresentaram propostas para a organização partidária e refletiram sobre a conjuntura política. Marco Aurélio Garcia fez um panorama sobre a diferença qualitativa e quantitativa das novas demandas do governo.
O dirigente do MST, Gilmar Mauro, focou a sua fala na teoria marxista e frisou “é da luta que se forma”.
A diretora da Escola Nacional de Formação do PT, Selma Rocha, pontuou vários movimentos internacionais e nacionais que, diretamente e indiretamente, impactaram em mudança interna no Partido dos Trabalhadores e destacou a necessidade de buscar fortalecer a oposição ao governo Alckmin.
O presidente da CUT-SP, Adi dos Santos Lima falou das transformações do PT e da história dos movimentos sindicais e sociais e lembrou da recente criação do Fórum dos Movimentos Sociais. Ao fim, ele convidou a militância a se juntar à CUT no dia de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores que ocorrerá no próximo dia 29 de Maio. “As Redes Sociais não dão conta, precisamos colocar a nossa militância nas ruas”, destacou o presidente da CUT-SP.
Fonte: Elineudo Meira | Linha Direta

