Deputada Juliana Cardoso denuncia escalada de Violência de Gênero e o “Combustível Digital” do Ódio.

A parlamentar iniciou o mês de dezembro reforçando a urgência da luta contra a violência dirigida às mulheres.

Em um vídeo divulgado em sua rede social, a parlamentar petista fez um forte apelo para que a sociedade e o Congresso Nacional ajam contra a cultura da misoginia que, segundo ela, culmina em agressões e feminicídios.

*Casos Brutos Recentes* Cardoso destacou episódios recentes que demonstram como a violência de gênero é “alimentada e defendida” no país: “Homens não podem escolher até quando as mulheres poderão viver. Nas últimas 24 horas, vimos episódios brutais…”, afirmou.

Ela citou o caso do Rio de Janeiro, onde “um homem matou duas colegas de trabalho porque não aceitava ser chefiado por uma mulher”.

Mencionou também o crime em São Paulo, onde “um ex atropelou e arrastou essa mulher por quilômetros na Marginal Tietê”, destacando que a motivação foi o não-aceite do fim do relacionamento. A vítima sobreviveu, “mas ela perdeu as duas pernas. Isso é devastador”.

A deputada alertou para a relação entre o ódio online e a violência no mundo real, citando o movimento Red Pill: “No interior de São Paulo, um influenciador no movimento Red Pill foi preso por agredir a namorada. Mas já está solto. O Red Pill é uma comunidade que cresce pregando a supremacia masculina, o controle sobre as mulheres e a violência como disciplina.”

Para Cardoso, esses grupos funcionam como uma “fábrica de ódio digital” que transborda para a vida das mulheres.

“Por isso, discursos de ódio precisam ser responsabilizados. Isso não é opinião, é um combustível para agressões e feminicídio.”

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