Aos que fazem gol contra, por Charles Gentil

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Em 1 de Agosto de 2026 (sábado), transmitida pelo Canal UOL, a Convenção partidária que homologou o nome de Tarcísio de Freitas como candidato à reeleição ao governo de São Paulo, ocorreu na Zona Sul, no Ginásio do Ibirapuera (Ginásio Geraldo José), e durou 1h45min

No palco estiveram presentes e falaram, entre outros, Ricardo Nunes e Flávio Bolsonaro.

Ricardo Nunes, o pior prefeito da história de São Paulo referiu-se a Fernando Haddad como “um professorzinho de nariz empinado, incompetente e sem vergonha”.

Com isso, Ricardo Nunes demonstrou seu despreparo enquanto prefeito, uma vez que, desconhece os dados concretos da administração que o antecedeu e, portanto, alheio a excelente gestão de Fernando Haddad que foi,aliás, altamente eficiente, apenas restou a Ricardo Nunes tentar desqualificar seu adversário político.

No entanto, é necessário que Ricardo Nunes na condição de adversário malcomportado aprenda que Fernando Haddad, o próximo governador de São Paulo, entregou quando prefeito 459 unidades de educação infantil, sendo 425 creches/CEIs( Centros de Educação Infantil) e 34 pré-escolas (EMEI- Escola Municipal de Educação Infantil ) e abriu entre 91 mil a 100 mil vagas para crianças de 0 a 3 anos.

Daí porque, Ricardo Nunes, ao invés de insultar Fernando Haddad deveria aprender com o professor como é que se faz uma gestão arrojada e com a cara dos paulistas que estimam eficiência.

Fernando Haddad atingiu a meta cicloviária prometida de 400 quilômetros, ou seja, a cidade contava com míseros 63 quilômetros, portanto, ao ampliar em 337 quilômetros em ciclovias/ciclofaixa, isto significa que com Haddad houve uma expansão de 534,92%, portanto, mais de 5 vezes do que tinha no início de sua gestão.

Já Ricardo Nunes, ao contrário, entregou em seu 1° mandato, entre 49 e 50 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, ou seja, apenas 16% de uma meta de 300 quilômetros.

Isto é suficiente para sinalizar que devo colocar Ricardo Nunes em seu devido lugar: o de gestor ineficiente, incapaz de atingir as metas que ele próprio se propõe.

E que Ricardo Nunes não venha empinar o narizinho incompetente dele ao lhe ser ensinado comparativamente a diferença entre quem faz e sabe cumprir como bom gestor metas e promessas e de quem como ele, Ricardo Nunes, que toma um coro com os números apresentados, porque é fato que Nunes vive no mundo da lua, é mau gestor de ofício e gosta de iludir os outros porque,antes, ilude a si mesmo autointitulando-se gestor eficiente, quando não é, nem gestor, nem eficiente, nem aqui, nem na China.

Aliás, também é preciso dizer em alto e bom tom, que se Ricardo Nunes gostasse de gente, não deixaria São Paulo à deriva e o descaso é tamanho que a governança de Nunes é comparável a um jogador que entra em campo apenas para fazer gol contra e Nunes é, exatamente, isso: um prefeito que será lembrado como um exemplo a não ser seguido.

Depois, foi a vez de Flávio Bolsonaro; meu Deus, despreparo total; ele – e isso era previsível – mentiu descaradamente,uma mentira atrás de outra, formando um trenzinho com subida para a lua: alucinação total !!!

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República afirmou que o governo do PT destruiu o Brasil e que não se aguenta mais 4 anos de gestão petista.E uma coisa é certa, apesar da bravata, o fato é que, nem o próprio Flávio Bolsonaro, em seu foro íntimo, deve acreditar nessa ladainha tão fora que está da curva.

E isso é tão óbvio, porém, com pessoas habituadas a viverem com a cabeça na lua como Flávio Bolsonaro, é preciso colocá-lo também em seu devido lugar e lembrar-lhe que: após o governo criminoso de seu pai, com o saldo de 700 mil mortes por Covid-19, por omissão, descaso e negligência, além do retrocesso econômico e social do país foi, então, o governo de Lula, quem recolocou o Brasil no rumo da prosperidade econômica e social.

Hoje, os indicadores salientam a alta performance do governo Lula: menor índice de desemprego, retirada do Brasil pela segunda vez do mapa da fome(com Bolsonaro o país havia retornado a esse mapa), o salário mínimo passou a ser reajustado sistematicamente pelo governo Lula( o que não aconteceu com Bolsonaro) e, entre inúmeros feitos do time do Lula, o da instituição da Justiça Tributária, no espírito de que: quem ganha mais paga mais, quem ganha menos paga menos.

Ou seja, Flávio Bolsonaro com vistas a ganhar o escrutínio, de forma deliberada, mentiu quanto a gestão de Lula.

E Flávio Bolsonaro foi ainda mais longe e mais infeliz. Disse que seu time é de homens capacitados, os mais preparados, os craques, os gênios e, no entanto, é essa seleção dos incomparáveis e incompetentes que, antes, arrastaram o país para o abismo da fila do osso.

Assim, por meio da mentira e da desinformação, Flávio Bolsonaro, fez um discurso ruim, incompetente, incapaz de despertar paixões e mais, lustrou uma retórica fundada no ódio extremista a seus oponentes políticos e, com isso, também mostrou que só sabe fazer gol contra o Brasil.

Mas, a cereja do bolo estava porvir. E veio com a fala desastrosa de Tarcísio de Freitas; sim, ele, o governador despreparado, o gestor incompetente, o furioso vendedor do patrimônio público.

Sim, ele mesmo, Tarcísio de Freitas, o governador que, por meio da falta de competência é o responsável tanto pelo aumento da conta de água, quanto pelo incêndio de um vagão de uma composição do metrô.

Tarcísio de Freitas, falou que levou o saneamento básico que nunca foi levado para inúmeros cidadãos.

Mas, será que Tarcísio de Freitas não lembra que, o PT até aqui não governou o Estado de São Paulo e, portanto, deveria cobrar do PSDB por não ter assegurado, antes, o direito aos cidadãos no que se refere a saneamento básico.

Tarcísio de Freitas, como sempre, meramente decora números e os expõe num jogo retórico que busca convencer os paulistas de que São Paulo está indo de vento em popa, quando não está.

Os números que apresenta são questionáveis e se colidem com a realidade dos paulistas; o tal progresso tão cantado por Tarcísio de Freitas é só pra inglês ver; uma invenção de marketing eleitoral contestado pelo cotidiano das pessoas.

A questão da Segurança Pública, por si só, evidencia o desastre da gestão de Tarcísio de Freitas, que apesar da redução dos índices de roubo de aparelhos de celulares, sobretudo, no Centro, da cidade de São Paulo, ainda continua em patamares elevados e mantém, de forma permanente, a população refém daquela incontornável sensação de insegurança.

Não bastasse isso, os índices de feminicídio crescem em São Paulo e atingem recordes na série histórica oficial e que mensura a referida violência com cometimento de crime contra a mulher.

Além disso, sabe-se da migração da organização criminosa, Comando Vermelho, do Rio de Janeiro para São Paulo, enquanto Tarcísio de Freitas, não move, de forma eficiente, uma palha para combater a infiltração no Estado da facção criminosa mencionada e outras como o Primeiro Comando da Capital – PCC, que, inclusive, de acordo com órgãos de segurança e Ministério Público, já se infiltraram em órgãos públicos, prefeituras e forças policiais para o cometimento de ilicitudes como, por exemplo, lavagem de dinheiro e obtenção de proteção.

Com isso, evidencia-se que, ao contrário do que Tarcísio de Freitas sustenta com seu jogo de palavras mentiroso, o dado concreto é que São Paulo precisa mudar de rumo, ou vai, mais cedo ou mais tarde, se converter em território de disputa de facções criminosas debaixo da inoperância das autoridades incompetentes, quando não, coniventes, com o atual estado das coisas.

Daí porque, a fala de Tarcísio de Freitas, na Convenção que homologou sua candidatura à reeleição ao governo de São Paulo, consistiu em mais um gol contra os paulistas.

Sinceramente, esse time de gestores ineficientes e antipatriotas não está com nada.

A verdade é que a fala de Flávio Bolsonaro e Ricardo Nunes, ainda buscam acintosamente endossar mais 4 anos de desastre e sofrimento para São Paulo ao apoiarem a reeleição de Tarcísio.

Que trio vergonho. Que timeco ineficiente: Flávio Bolsonaro, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas só fazem gol contra.

Mas, aos que fazem gol contra, a esse timinho de ineficientes, saibam que entrarão em campo contra uma grande seleção amada por seu povo.

Aos que fazem gol contra a cidade, o Estado, o país, saibam que a seleção de ouro, de patriotas e gestores eficientes entra em campo com amor e disposição para melhorar ainda mais a qualidade de vida das pessoas.

Aos que fazem gol contra a cidade, o Estado e o país, saibam que os paulistas e o país estão cansados de tanta maldade e amadorismo na gestão da coisa pública.

Aos que fazem gol contra a cidade, o Estado e o país saibam, agora… é Lula, lá; e Haddad, aqui.

Charles Gentil
Secretário de Finanças, PED 2025
Ex-presidente do Diretório Zonal PT do Centro, PED 2019

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