O Brasil precisa entrar em campo confiante para vencer mais esse campeonato. Será, sem dúvida, um jogo decisivo, um jogaço, em alta voltagem, realmente, eletrizante e que decidirá nosso futuro próximo e distante.
Que copa inesquecível será essa. Essa será a copa de todas as copas.
A batalha de todas as batalhas.
E, por isso, o coração já se inquieta, pulsa ainda mais forte, vibra ainda mais engajado, pois, sabemos, que, enquanto brasileiros, hoje, é fato que já somos mais que meros torcedores, e da visão privilegiada que outrora ocupavámos da arquibanca foi possível compreender, que muita coisa, esse ano estará em jogo, então, sobretudo, nesse campeonato, também cada um de nós entrará em campo, para ajudar o Brasil, a ser mais uma vez campeão
O melhor jogador é nosso.Já fez golaços memoráveis. Quem irá esquecer o chute justo e certeiro, indefensável, da isenção do imposto de renda para quem ganha até 5.000 reais por mês?
Ou então, quem irá esquecer a redução da conta de luz? Ou ainda a distribuição de gás de cozinha, quem irá esquecer? Foram gols, absolutamente, empolgantes que ergueram a dignidade dos brasileiros;daqueles que torcem e que lutam para o Brasil dar certo.
Não é só.Nosso artilheiro ainda, mediante um jogo bem articulado fazendo passes e tabelas consistentes, mantém, junto com um time arrojado, a inflação dentro da meta, o menor nível de desemprego da série histórica, além do aumento da renda média do trabalhador.
Uma atuação que se, por um lado, deve nos lembrar ser sempre possível melhorar, por outro lado, nem por isso, deve nos fazer esquecer que é, no entanto, uma atuação impecável e, com isso, um impulso poderoso para novos lances ainda mais arrojados, ousados, inéditos, inovadores, uma vez que, nosso melhor jogador e time implacável, não se contentam com os resultados alcançados, não se rendem aos êxitos obtidos e, por isso, busca-se sem cessar, aumentar o desempenho desse rendimento exemplar de governança verdadeiramente popular.
Assim, o governo mantém uma performance extraordinária com entregas de peso – como mostrei – muito expressivas à sociedade.
No entanto, apesar do desempenho poderoso de nosso melhor jogador e de nosso time, esse governo de sucesso inquestionável, ainda assim, os adversários ( sempre eles), buscam, porém, por meio de faltas e carrinhos desonestos na pequena e grande área ganhar no tapetão e para isso querem desacreditar os feitos dessa seleção que defende o Brasil.
Do lado de lá: a grande imprensa continua fazendo gol contra e prestando um verdadeiro desserviço ao país.
Se Flávio Bolsonaro aparece nas pesquisas com índices considerados promissores, isto ocorre porque a mídia, ao invés de punir com cartão vermelho a família Bolsonaro, tem, na verdade, arbitrado a favor, justamente, dos jogadores que vestem a camisa dos Estados Unidos e estão contra o Brasil e, de forma irresponsável, essa mesma mídia tem, assim, passado pano para permitir, na política, a sobrevivência de métodos autoritários e do emprego, em campo, do corpo a corpo violento para impedir, no jogo, um maior progresso do time que, verdadeiramente, defende o Brasil.
A grande imprensa já escolheu o lado da arquibancada e entra em campo para desafiar o Brasil ao aliar-se à extrema-direita.Sendo assim, a tarefa da mídia corporativa é instalar o desânimo entre os militantes e o sentimento de dúvida na população tanto em relação a seu melhor jogador, quanto a seu combativo time.
Que fique claro: os índices das pesquisas de intenção de votos são apenas retratos de momento ( deste momento) e tendem a mudar ( e favoravelmente à Lula) conforme aproxima-se a eleição.
Logo, se, hoje, de acordo com Paraná Pesquisas, Flávio Bolsonaro tem 45,2% e Lula 44,1% das intenções de voto no 2° turno, isso não significa que esse dado permanecerá inalterado ( embora seja prematuro compreendê-lo sequer como preocupante, a menos que, se veja esse dado emotivamente; porque da perspectiva racional é um dado, absolutamente, reversível).
Da mesma forma, a pesquisa de intenção de voto da Atlasintel/Bloomberg que posiciona, no 2° turno, Flávio Bolsonaro com 47,6% de votos contra 46,6% de Lula, ou a pesquisa Datafolha que computa no 2° turno 46% para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula ou ainda a pesquisa Genial/Quaest, que atribui no 2° turno 41% tanto para Flávio Bolsonaro, quanto para Lula mostrando, então, o conjunto das quatro pesquisas, que será um pleito extremamente competitivo.
O que, francamente, já sabíamos mesmo antes dessas pesquisas que, aliás, não acrescentam nada de novo, nem mesmo a previsível montagem pela imprensa golpista, de construir-se por meio desses números, a narrativa inverídica de que o governo de Lula, anda em meio a dificuldades incontornáveis.
Neste sentido, a imprensa corporativa usa também de forma maliciosa os dados referentes aos atuais índices de aprovação e desaprovação do governo.
Enquanto a Genial/ Quaest registra que 44% aprovam o governo e 51% reprovam, a Atlasintel/Bloomberg computa que 45,9% são favoráveis ao governo de Lula e 53,5% são desfavoráveis, sendo que de acordo com Paraná Pesquisas 44,6% aprovam e 52% reprovam o governo Lula, tais dados, então, são manipulados ao serem celebrados pela grande imprensa como o desejado fim do governo Lula.
No entanto, para não embolar o meio de campo e desfazer a confusão que a grande imprensa procura criar, ao buscar obter vantagem dos dados levantados, na elaboração e defesa de uma narrativa contra Lula, é preciso esclarecer que:
■ Os índices de intenção de votos tendem, em geral, a ser mais favoráveis ao incumbente no 2° semestre, que é quando a população sente os impactos positivos das políticas e programas, anteriormente, adotados.
■ Os debates que serão promovidos pelas emissoras também influem no eleitorado e, neste quesito, Lula tem uma superioridade técnica indiscutível sobre seu oponente e oponente do Brasil.
■ Com a máquina na mão e a paixão sincera de cuidar das pessoas, Lula saberá continuar a colocar o pobre no orçamento capitaneando ainda mais simpatia a sua justa governança.
■ Em breve, a militância petista entrará com maior intensidade em campo, aprofundando o tête-à-tête com a população, constituindo-se, por isso, a militância petista no fiel da balança, capaz de reverter o desserviço prestado pela grande mídia, bem como o impacto das fake news disseminadas no dia a dia.
Com efeito, com racionalidade, serenidade e estratégia é plenamente possível reverter os índices atuais, ainda que se saiba que tudo se dará com muita determinação e trabalho, uma vez que, nunca houve, nem haverá eleição fácil nem para nós, nem para nossos adversários, pois, somos suficientemente escolados para saber que nenhuma eleição é ganha na véspera.
Porém, a grande imprensa busca criar na sociedade a ilusão de que Flávio Bolsonaro é uma força em ascensão permanente, sem volta. E isso é apenas narrativa pré-fabricada visando desestimular a militância de esquerda, e em particular, a militância petista e por tabela contaminar a sociedade com a narrativa de que o suposto favoritismo de Flávio Bolsonaro repousa sobre a pretensa ruína de Lula, após sucessivos mandatos.
E, assim, imaginam os autoritários com suas narrativas antipetistas e fantasiosas ter conseguido, enfim, derrubar Lula na pequena área e ter, no entanto, o pênalti dado lhe sido desfavorável.
Daí porque, apesar dos números do momento deve-se ter uma confiança constante e resiliência inabalável para, por meio do trabalho árduo e calculado, reverter-se, na prática, aos poucos e continuamente, o suposto favoritismo fugaz de Flávio Bolsonaro, que apenas se esboça para desaparecer logo em seguida.
E, aqui, não se trata de, meramente, defender a vitória pessoal de Lula no pleito. O que está em jogo é o triunfo da democracia ( ainda que formal) sobre a tirania.
O que está em jogo é a continuidade de uma governança que cuida das pessoas ou a alternância para uma gestão fundada no necropoder e, portanto, especializada em matar a população pela omissão, negligência e descaso, inclusive, no acesso a cobertura vacinal.
O que está em jogo é um Brasil com mais arroz e feijão na mesa do brasileiro ou um método de governo que precariza a capacidade de compra das pessoas empurrando-as para a humilhante fila do osso, quando não para a fome completa.
O que está em jogo é a experiência de três mandatos com conquistas reais na qualidade de vida dos brasileiros ou a inexperiência de um filho que herda do pai uma concepção desastrosa de gestão e que já foi, inclusive, recusada nas urnas.
O que está em jogo é a defesa da soberania de nossa pátria e dos interesses econômicos de nossa nação independente ou a entrega por antipatriotas de nossas preciosidades naturais para promover o enriquecimento do governo dos Estados Unidos
O que está em jogo não é simplesmente a vitória de Lula é a defesa do Estado Democrático de Direito ou a continuidade daquela projeto autoritário, fascista, criminoso, do assassinato planejado de adversários políticos objetivando a implantação de uma nova ditadura no Brasil.
Por isso, mais do que a vitória de Lula significar a vitória do Brasil. Na verdade, a vitória do Brasil significa a vitória de Lula e a glória de nossa pátria, nossa gente, porque é ele, Lula, quem, incansavelmente, busca unificar o país.
Por isso, visando superar o divisionismo na sociedade criado por Bolsonaro e já reeditado por Flávio ( pois, “filho de peixe, peixinho é” ), o arco de alianças para derrotar o fascismo precisa ser ainda mais amplo e poderoso.
Isto porque, pragmaticamente falando, trata-se de continuar isolando a extrema-direita no campo da vida social, logo, aliados de direita e ao centro, são vitais para fazer prosperar, no Brasil, a marcha em curso do declínio político dos extremistas de direita.
Não obstante, paciência leitor, esse artigo só termina no dia 25 de Outubro de 2026.
[ Outubro de 2026
fizeram pênalti
Aos 44 minutos do 2° tempo …
Lula vai bater
Ajeita com carinho a bola.
O goleiro adversário abre os braços e agitasse
O juiz apita, autorizou a cobrança
Lula, devagar, toma distância.
Para.Olha fixamente para a baliza
Coloca, sereno, a mão na cintura.
Olha para a redonda com amor e para a chuteira com esperança
Corre em direção a bola
Chuta com o pé esquerdo e é . . . ]
Diante das pesquisas das intenções de voto para a presidência não podemos nos desesperar.
A inexpressiva vantagem de Flávio Bolsonaro é algo absolutamente reversível e seria contornável ainda que fosse bem mais robusta.
O jogo será uma guerra; e será decidido nos pênaltis. Deixem os adversários já cantarem vitória. A nós caberá como sempre trabalhar duro e com a consciência e constância de que não há jogo fácil e que, de fato, o jogo só termina quando acaba.
[ Lula chuta com o pé esquerdo e é . . . ]
Charles Gentil
Secretário de Finanças, PED 2025
Ex-presidente do Diretório Zonal PT do Centro, PED 2019


